Backoffice: descubra a importância para o seu negócio
Você já assistiu a um filme e quando acabou, pensou: Nossa, imagina o trabalho que deu para fazer tudo isso? Seja pela maquiagem, figurinos, cenários ou um roteiro bem escrito. Você não assistiu esses processos serem elaborados, mas sabe que foram realizados para chegar no produto final. No mundo empresarial acontece a mesma coisa, diversos processos internos acontecem após o fechamento de um pedido. Todas as atividades de uma empresa estão ligadas em uma cadeia de processos, sejam elas operacionais ou estratégicas. Já parou para pensar o que acontece se uma falha acontece em uma das etapas desse processo? É lógico pensar que todo o encadeamento sofrerá prejuízos, que podem ser irreversíveis. Foi pensando em garantir uma estratégia de suporte para que essas falhas não aconteçam que nasceu o conceito de backoffice. Nesse artigo, vamos explicar pra você a importância desse conceito para não prejudicar o planejamento estratégico da sua empresa. O que é Backoffice? O termo backoffice é traduzido por muitos como “escritório de retaguarda” ou parte de trás do escritório. No backoffice, portanto, estão compreendidas diversas áreas, como logística, marketing, financeiro, operacional, entre outros. Todas as áreas de uma empresa que não estão na linha de frente, isto é, que não possuem contato direto com o cliente, como vendas e recursos humanos, são chamados de backoffice. Por isso, a principal função do backoffice é a de suporte. Pois são essas áreas que garantem a continuação ininterrupta das operações, sem que haja surpresas no meio do caminho. Você já deve ter visto um pit stop na Fórmula 1. É como se cada um daqueles funcionários fosse responsável por uma área da empresa, trabalhando em equipe, corrigindo possíveis deslizes e se certificando de que a operação está pronta para prosseguir sem falhas. Importância do Backoffice Ao adotar um sistema de backoffice na sua empresa, sua rotina de trabalho ganha padronização, sendo assim, é possível identificar mais rapidamente quando uma das etapas do processo saiu dos trilhos. Por esse motivo, a gestão de backoffice de uma empresa é de suma importância. Afinal, quando todas as áreas trabalham em harmonia, consequentemente gera maior eficiência operacional. Isso traz benefícios para o dia a dia da empresa e, indiretamente, aumenta o nível de satisfação dos clientes. Benefícios da automatização do backoffice Com a revolução digital e as novas tecnologias, o mundo empresarial tem concluído que os sistemas de backoffice já não podem mais ser realizados exclusivamente através de tarefas manuais. Eles perceberam que o backoffice de uma empresa é muito importante para correr riscos desnecessários. É claro que falhas são naturais e vão acontecer, principalmente em grandes empresas. Mas é possível diminuir os riscos e otimizar os processos através de sistemas de gestão eficientes. Vamos listar algumas das vantagens que a tecnologia de automação pode trazer para a sua empresa Redução de custos Todas as atividades de backoffice geram custos diretos e indiretos para qualquer empresa. Com a automatização desses processos, é possível mapear todos os processos do negócio e ainda diminuir custos de trabalhos manuais desnecessários. Com isso, os profissionais têm seus custos diminuídos com treinamentos ou horas extras, por exemplo. Além de se realocarem em outros processos que exigem maior poder de decisão e planejamento estratégico. Otimização de processos Todos os processos que demandam maior atenção, por possuírem regulamentação jurídica, são simplificados com a automação. Como eles estarão sendo feitos automaticamente, de acordo com a legislação e a política interna da empresa, é possível ter mais confiança de que todos os procedimentos estarão de acordo com a lei. Integração de setores Uma empresa gera uma quantidade grande de dados diariamente. Com a integração de todos os setores, as chances de erro são reduzidas, além de proporcionar análises e indicações mais ricas. Isso ajuda na comparação dos resultados em relação às metas, além de identificar as áreas que necessitam de melhoria. Além dos benefícios para a empresa, de modo geral, cada área também se beneficia com um processo automatizado de backoffice. Veja a seguir as vantagens da automatização de backoffice em algumas áreas Na área financeira Por meio de um sistema de relacionamento com os clientes e um software de gestão empresarial, por exemplo, o fechamento de um negócio aciona automaticamente o setor financeiro para a cobrança e o estoque para a separação do produto. Com isso, além da satisfação do cliente na sua experiência de compra, economiza-se tempo, além de recursos humanos e materiais. Na área contábil e fiscal Os sistemas de contabilidade, como o Conta Azul, têm facilitado diversos processos burocráticos, sem a insegurança de infringir as legislações vigentes. Veja alguns deles: Automação de lançamentos de recebíveis Automação de emissão e lançamentos de notas fiscais Automação dos lançamentos de pagamentos Integração de sistemas Na área de recursos humanos Entre os benefícios da automação na área de recursos humanos, estão: A otimização de tempo: com os documentos arquivados em nuvens ou ferramentas de gestão, como a Feedz. Facilidade na análise de dados: já que as ferramentas de gestão comportam todas as informações em um só lugar. Além de oferecerem, muitas vezes, mapeamentos das tarefas executadas e diagnósticos de trabalhos. Redirecionamento de esforços: com a abrangência de informações ampliada, os gestores possuem maior controle sobre a equipe, uma vez que essas ferramentas conseguem diagnosticar erros e acertos em tempo real. Gostou desse artigo? A MK sabe a importância dos setores financeiros, contábeis e de gestão de pessoas em uma empresa. Além de diversos E-books gratuitos disponibilizados em nosso site, nós oferecemos serviços específicos nessas áreas. Se você também reconhece a relevância de contar com um serviço de backoffice de qualidade, entre em contato com a gente e conheça nossos serviços!
Os indicadores financeiros mais importantes para o sucesso empresarial
Para que uma empresa cresça e se desenvolva de maneira saudável é imprescindível, dentre outros pontos, entender e saber analisar todos os detalhes que envolvem seus indicadores financeiros. Afinal, eles são os grandes responsáveis por apresentar uma visão ampla e esclarecedora sobre as finanças de um negócio. Nesse contexto, os demonstrativos financeiros têm como função não só avaliar o desempenho corporativo, como também conduzir, da melhor forma possível, a alocação de novos recursos. Além de, claro, nortear a realização de novos planos de ação e outras estratégias. [Mas como e porque utilizar esses indicadores?] Acompanhe nosso artigo que vamos te explicar o que é um indicador financeiro, quais os principais indicadores, como analisá-los, entre outros pontos pertinentes ao assunto. Primeiramente, falaremos um pouco mais sobre o que é um indicador financeiro e a sua importância para a tomada de decisão no negócio. Boa leitura! O que são indicadores financeiros? Em seu livro, Análise Financeira das Empresas, o escritor José Pereira da Silva define indicadores financeiros como relações entre contas ou grupos de contas das demonstrações contábeis que tem por objetivo nos fornecer informações que não são fáceis de visualizar de forma direta nos referidos demonstrativos. Em outras palavras, os indicadores financeiros entregam informações sobre a saúde da empresa. Por essa razão, são imprescindíveis para a análise da performance organizacional, vez que uma análise adequada possibilita tomadas de decisões mais assertivas. Qual a importância dos indicadores financeiros na tomada de decisão? Os indicadores financeiros são cruciais para tomar decisões mais precisas e objetivas, embora não sejam as únicas circunstâncias analisadas. Através dos indicadores financeiros, os gestores e stakeholders, conseguem comparar resultados anteriores com o desempenho atual da empresa, possibilitando, assim, o desenvolvimento de estratégias bem definidas para o futuro do negócio. Além disso, é importante ressaltar que, tomar decisões pautadas nos indicadores financeiros, normalmente geram resultados mais eficazes, pois se baseiam em informações reais e concretas sobre a empresa. Ao contrário de executar decisões com base em teorias e suposições infundadas que acabam prejudicando o desempenho do negócio. Outro ponto importante é a possibilidade de interpretar os resultados que os indicadores financeiros demonstram sobre o negócio, alinhando esses resultados com o planejamento estratégico. Ou seja, os indicadores financeiros representam um valioso feedback sobre as práticas de gestão da empresa, apontando pontos de melhoria ou de validação das decisões tomadas. Assim, é possível não apenas definir cortes de gastos, mas até novas frentes de investimento. Os principais indicadores financeiros para o sucesso da empresa Agora que você já sabe o que é um indicador financeiro e já entendeu a importância dele na tomada de decisão, vamos te apresentar os principais indicadores. Vamos lá? MARGEM BRUTA Margem Bruta = Lucro Bruto/ Receita Total x 100 Medir a rentabilidade do negócio é a principal função da margem bruta. Mais precisamente, ela sinaliza qual a porcentagem de lucro em cima de cada venda. Este indicador é interessante pois você pode analisar qual produto tem uma melhor margem bruta e, assim, rever a estratégia. Exemplo: Você vende o produto X por R$ 40, mas gasta R$ 20 até ele estar pronto para venda. Contudo, o produto Y você vende pelos mesmos R$ 40, mas gasta apenas R$ 15. Logo, com esses resultados, seria interessante pensar numa estratégia para aumentar o número de vendas do produto Y. MARGEM EBITDA (LAJIDA) Margem EBITDA = EBITDA / Receita Líquida x 100 Sendo que: EBITDA = Lucro Operacional Líquido + Depreciação + Amortização A margem EBITDA é a abreviação de Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Em português significa Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (por isso a abreviação LAJIDA). Este indicador mostra a propensão da empresa em gerir recursos mediante as atividades operacionais. Ou seja, ajuda os analistas a entenderem a situação financeira da empresa, uma vez que demonstra se os ativos operacionais da empresa estão gerando caixa. MARGEM LÍQUIDA Margem Líquida = (Lucro Líquido / Vendas) x 100 A função da margem líquida é mostrar, em porcentagem, o que restou das vendas que a empresa fez após o pagamento de todas as despesas e o imposto de renda. Isto é, se o lucro líquido da empresa é 15%, significa que a cada R$ 100 vendidos, R$ 15 é o que resultou para o lucro líquido e os outros R$ 85 foram utilizados para realizar os pagamentos das despesas e impostos. MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO Margem de Contribuição = Preço de Venda – (Custo Variável + Despesa Variável) Este indicador mostra para os stakeholders a quantia em dinheiro que restou da receita da venda de um determinado produto ou serviço, depois de retirar os gastos variáveis. A margem de contribuição é muito importante para utilizar os recursos de uma maneira apropriada. Afinal, evidencia qual dos produtos ou serviços geram uma maior margem para a empresa. PONTO DE EQUILÍBRIO (BREAK EVEN POINT) Ponto de Equilíbrio = Despesas Fixas / Margem de contribuição O próprio nome desse índice financeiro já explica a sua finalidade. O ponto de equilíbrio é o cálculo para saber qual a receita mínima que a empresa precisa para pagar todos os seus custos e despesas. Ou seja, sem lucro ou prejuízo. Além de ser um dos importantes indicadores financeiros, é crucial que a empresa saiba se o equilíbrio já foi atingido e também como calculá-lo, tal como abordamos no artigo ”Break Even: sua empresa já atingiu o equilíbrio financeiro?”. LIQUIDEZ CORRENTE Liquidez Corrente = Ativo Circulante / Passivo Circulante A liquidez corrente mostra a capacidade que a empresa possui para cobrir os custos das suas dívidas a curto prazo. Assim, a depender do valor que resultar o cálculo, a análise da situação do negócio será diferente. Maior que 1: Há capital para liquidar as dívidas a curto prazo. Igual a 1: Os valores a receber e a pagar são equivalentes, a